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"Eu sou escravo das patas do meu cavalo, onde elas batem também bate o meu destino. Vou feito a luz rompendo a aurora do futuro, meu canto é puro, meu galope um desatino."
(T. Urach, A. Franco/Pirisca, Tukano Netto)
foto: pirisca, por maria juliana.